terça-feira, maio 30, 2006

URGENTE

Tudo aquilo que algum idiota diz que é urgente é algo que algum imbecil não fez em tempo útil e querem que você, o otário, se desenrasque para fazer em tempo recorde.

PORQUE ELA EXISTE...

Essa Miúda

Essa miúda é uma fogueira
Que te acende as noites em qualquer lugar
E tu desejas arder com ela
Enquanto bebes o perfume
Que ela deita nos seus trapos de côr
Para te embriagar

Essa miúda é um exagero
Diz que sem ti não sabe voar
E tu adoras voar com ela
E enquanto inventas espaços novos
Ela vai arquitectando uma teia
Para te aconchegar

Essa miúda faz-te acreditar
Que o Sol é um presente
Que a aurora traz
Principalmente para ti

Essa miúda é uma feiticeira
Prende-te a mente e põe-se a falar
E tu bem tentas compreendê-la
Mas o que sai da sua boca
Não parece condizer com o que ela
Te diz com o olhar

Essa miúda faz-te acreditar
Que o Sol é um presente
Que a aurora traz
Principalmente para ti


Letra: Jorge Palma

segunda-feira, maio 29, 2006

A RUSSAR A PERFEIÇÃO



Os PLACEBO estiveram na passada sexta feira no Festival Super Bock e como era de esperar não lhes falhou nada na sua interpretação, à risca, dos temas mais e menos conhecidos. São sem dúvida uma banda que ainda muito tem a dizer à música. Assim espero eu.

Aos amigos que vi e que me acompanharam nesta viajem, um grande bem haja.

quarta-feira, maio 24, 2006


This country has 3 beatiful things.

The Sun.
The Beach.

And the Son of the beach.

segunda-feira, maio 22, 2006

RESPOSTA




Ora aí está a resposta à adivinha.

Figo.

Como passou alguém apanhou-o e já não chegou a figo passado.

sexta-feira, maio 19, 2006

ADIVINHA


Um desafio para o fim de semana.

Passava, se não passasse quem passou,
Mas como passou quem passava, não passou.
Porque se não passasse quem passou, passava.
O que é?

ABRAÇAR-TE


Abraçar-te é envolver
O meu pensamento no teu
Quando a ausência choca
De frente com a solidão.
É voar no mais alto céu
Quando o grito não se faz ouvir
Na imensidão do silencio.
É saborear-te no cheiro
Do café quente da manhã
E na estranha sensação
Que estás ao meu lado
Mesmo não o estando.
É recordar-te no sorriso
Do desconhecido que se cruza
No meu caminho e
Retribuir-lhe o sorriso
Sem porquês.
Abraçar-te é revoltar
As águas do rio
Chapinhar ao sabor da maré
Sabendo que me esperas na foz.

Abraçar-te é ter-te
Sem te ter.

terça-feira, maio 16, 2006

CARANDIRU

Ontem assisti a uma sessão de cinema em casa. O filme, CARANDIRU, foi-me emprestado por um amigo que também gosta um pouco de cinema. Obrigado James.
Retracta a historia duma prisão no inicio dos anos 90, como se vivia o dia-à-dia numa prisão com capacidade para 4.000 presos e que tem lotação de 7.500.
Assiste-se a tudo e realmente o pior dos crimes é a violação sexual. Repudiado por todos os criminosos. Como se diz no filme “sem chance”.
Como apenas tenho acesso à informação através da imprensa escrita ou rádio, isto porque acho que a televisão é um vicio desnecessário pelo mau “serviço” prestado, só hoje soube que no Brasil os presos estão em motim.
Nunca me prestou grande atenção os problemas, mais que muitos, deste país.
De há um a esta parte namoro com uma pessoa, os seus ancestrais são brasileiros e a sua nacionalidade dupla, Luso-Brasileira. Talvez por este facto tenho estado mais em contacto com este país.
De salientar que o nosso ministro dos negócios estrangeiros ainda não manifestou quaisquer preocupação com os 16 presos portugueses em prisões brasileiras amotinadas. Ontem em Bruxelas declarou que ainda não tinha recebido informações de pedido de auxilio, do consulado português, sobre os portugueses a residir no estado de S. Paulo. Mas também não falou dos presos.
De salientar que este senhor de seu nome Freitas do Amaral foi durante muito tempo líder dos Cristãos Democratas ou seja do CDS.
É simplesmente triste saber que estes presos podem muito bem ser familiares de alguns amigos que temos.
Fica a mensagem para quem gosta de cinema fora dos “americanismos “.

Dobradinha


F. C. Porto 1 - Vitória F. C. 0
No passado Domingo o Futebol Clube do Porto conquistou a sua 13ª Taça de Portugal. Merecida vitória num jogo não muito interessante. Bonito foi ver toda a festa da Taça de Portugal no exterior do estádio. Fica a lembrança desta tarde entre amigos, bifanas e couratos. A regar sempre a loirinha do costume.
Este ano contra tudo e contra todos, o treinador do F.C.P. conseguiu ganhar o Campeonato Nacional e também a Taça. Soube a dobradinha com feijão branco.

quarta-feira, maio 10, 2006

FUI DESPEDIDO


Há duas semanas arranjei um part-time, uma ocupação paga pós laboral.
O referido serviço baseava-se no contacto telefónico com possíveis clientes que quisessem aderir a mais produtos da TV CABO e da netCABO. Exemplo tenho o pacote clássico da TV CABO e telefonam-me a perguntar se quero aderir à SPORT TV com uma promoção da tanga de um desconto de 2,5€ no aluguer da Power Box. Este tipo de trabalho é referenciado por excelência por uma sub contratação duma empresa de trabalho temporário. Foi-me dada uma formação paga durante três dias e logo de seguida contacto com os clientes, ou seja lançados às feras. Ora como o produto por si só já é difícil de vender, imaginem a oportunidade dos clientes para reclamarem do serviço e das confusões que a TV CABO lhes causa. Muito sinceramente fiquei sempre com a sensação de estar a enganar alguém e em alguns casos até partilhava da mesma opinião do cliente. A juntar a tudo isto as vendas são difíceis e para um ser humano como eu ainda mais, porque acho que o serviço da TV CABO é caro e de muito pouca qualidade, escusado será dizer que ao fim de duas semanas de lá estar, e de já estar farto, fui despedido. O mais incrédulo é que o responsável das vendas foi quem me deu formação, e que ontem antes de eu me sentar no meu lugar me disse friamente: - Olhe Henrique vamos dispensá-lo por fraca produtividade. Eu impávido e sereno agradeci o facto e disse-lhe cordialmente: - Gostei muito, foi uma experiência que não quero voltar a repetir. O tipo olhou-me nos olhos e nem me desculpa me pediu. Também o compreendo porque se a malta não vende ele também não ganha. Conclusão da história nunca vendas um produto que já está queimado no mercado, neste caso a TV CABO.
A titulo de curiosidade vão-me pagar o tempo que lá andei nestes quinze dias, quando assinei a rescisão do contrato existia um slogan que dizia agradecemos a oportunidade, e também, divulgue a nossa boa imagem e organização.
Para este tipo de comentários é que não há pachorra.
A lamentar as leis laborais deste nosso Portugal dos Pequeninos.

segunda-feira, maio 08, 2006

OS PUTOS

Fotografia: João Santiago - Portugal
No Sábado fui a uma festa de perdição, o casamento de um amigo. Um amigo ainda do tempo da escola, lá do bairro... Até ontem era meu vizinho.
Ainda fomos putos de calção a jogar à bola. Como não podia deixar de ser, lá estavam os outros putos dos calções que também jogavam à bola.
Mais não será preciso dizer que parecia uma grande família que já não se via há muitos anos. Muitos já traziam o Kit completo da mulher e dos filhos. Foi bom ver a malta. Foi muito bom reviver as brincadeiras e as loucuras que se viveram dentro daquele bairro que nos viu crescer duma forma qualquer, e por ser assim foi diferente.
Especial obrigado ao meu irmão pelo curativo e por me trazer de volta à minha cidade.

terça-feira, maio 02, 2006

MaMi

Hoje não...
Hoje estou triste.
Por isso hoje não.
Levo carga sobre os ombros
Aperta-se-me o peito
De encontro aos joelhos
E no meu ar de sufoco
Esqueço o cansaço
Do passar do tempo.
Cresce a saudade
No mastigar da saliva
E na minha cabeça
Todos os dias estão
Mais, e mais longe.
Tenho Saudades.
Sorrir hoje é tapar
O preto pelo amarelo.

Tenho saudades de quem partiu.
No jardim de pedra deixei hoje
Cinco Rosas brancas de Paz.
2-5-1932

sexta-feira, abril 21, 2006

OS VAMPIROS







No céu cinzento
Sob o astro mudo
Batendo as asas
Pela noite calada
Vem em bandos
Com pés veludo
Chupar o sangue
Fresco da manada
Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhes franqueia
As portas à chegada

Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada

A toda a parte
Chegam os vampiros
Poisam nos prédios
Poisam nas calçadas
Trazem no ventre
Despojos antigos
Mas nada os prende
Às vidas acabadas
São os mordomos
Do universo todo
Senhores à força
Mandadores sem lei
Enchem as tulhas
Bebem vinho novo
Dançam a ronda
No pinhal do rei

Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada

No chão do medo
Tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos
Na noite abafada
Jazem nos fossos
Vítimas dum credo
E não se esgota
O sangue da manada
Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhes franqueia
As portas à chegada

Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada

ANIVERSÁRIO 22-04-2006






Vamos de fim de semana ao Alentejo, ver amigos e familiares.
Vamos para a festa da Aldeia beber copos e ter conversas.
Este ano levamos namoradas, numa inovação social que mete confusão a muita gente.
Abraços aos conhecidos.
Sim é dia 22.

quinta-feira, abril 20, 2006

AS PORTAS QUE ABRIL ABRIU AO MEU PAI

Revolucionário

Nasci a 22 de Abril de 1974, três dias antes da revolução dos cravos.
O meu pai costuma dizer que fui a prenda que o 25 de Abril lhe deu.
O meu pai foi mencionado nas listas da P.I.D.E., lia o Avante em terceira ou quarta mão, ia visitar ao meu tio à prisão, que foi um preso político, levava-lhe “sandes” envoltas em papel vegetal com as mesmas noticias do Avante transcritas, por ele, a lápis.
A minha mãe dizia-lhe: - Qualquer dia ficas lá também.
O meu pai tem dois filhos, eu e o meu irmão, nascido em 1971, mas sempre o ouvi dizer que o dia mais feliz da sua vida foi o dia 1 de Maio de 1974. O povo saiu à rua para fazer valer os seus valores no pós-revolução.
O meu pai sentiu na pele o antigo regime, a opressão de não se poder falar e as loucuras cometidas por familiares contra Salazar. Alguns deles foram presos. Estudou e formou-se homem de respeito. Em 1974 ingressa como militante activo no P.C.P.
Mas a sua formação de democracia confundiu muitas vezes os seus camaradas de luta, não percebia como é que um partido que zela pelos direitos dos trabalhadores pode ser tão cego no seguimento de uma ideologia e não ver o que é melhor , passando muitas vezes por cima do melhor para confundir o que era mau. A esses chamou-os à razão e disse-lhes que nesta forma de luta ele não alinhava, que continuar, seria curar um cancro com aspirinas, em pleno plenário na fábrica onde trabalhava. E assim foi...
As discórdias continuaram e meu pai começou a ser visto como um vermelho que cuspia veneno por não alinhar no que lhe propunham.
Numa sala cheia de comunistas vi o meu pai entrar e ficar junto à porta, enquanto Carlos Carvalhas dizia que iriam aumentar a votação para as legislativas com mais votos ficando a bancada parlamentar com mais deputados. Vi o meu pai mover-se e encostar-se novamente à ombreira da porta. Quando foi dada a oportunidade de intervenção do público o meu pai levantou o braço e eu estremeci.
Perguntou ao secretário geral do P.C.P. como é que a votação iria aumentar se desde 1974 tinham vindo a descer os índices de votação no partido, e em cada eleição perdiam deputados... Vi o meu pai rematar a pergunta com o seguinte:
- O senhor está a querer enfiar-nos um camião de areia, um autocarro da carris, ou um comboio da C.P. pelos olhos dentro?
Naquela sala cheia de comunistas os olhos voltaram-se para trás e condenaram-no, não houve pancadaria mas os ânimos exaltaram-se um pouco.
Dezoito anos passados a ver erros consecutivos na política imposta pelos que se diziam seus camaradas, desistiu da militancia do P.C.P. Curou-se da política e continuo a luta sozinho. A fábrica onde trabalhava fechou. Dos seus camaradas da altura, muitos foram para os tachos autárquicos porque no concelho ainda reinava a cor. Era corriqueiro ouvir falar na cor, e quem não fosse da cor era alvo a abater. Por esta causa muitos dos que se diziam seus amigos deixaram de lhe falar em questões políticas.
O meu pai ensinou-me então que a liberdade também se cultivava, e que respeitar a opinião dos outros era mais importante que a movimentação das massas. Primeiro o nosso pensamento depois vêm os ideais políticos. E ensinou-me a ver os outros de modo igual numa democracia viva. Que também ele admirava os seus amigos de outras cores políticas.
Há dois anos o meu irmão e eu envolvemo-nos no combate à demagogia comunista local, neste caso houve violência verbal e física, as velhas ratas que se diziam amigos do meu pai comeram-nos por modernos esquerdistas que não interessam ao partido. O tempo deu-nos razão...
O meu pai continua comunista e a sofrer, e apesar do panorama politico-partidário vergonhoso a nível nacional pediu-me que votasse Jerónimo de Sousa para as Legislativas. O meu irmão no seu silêncio continua comunista.

Sou comunista por hereditariedade, mas acima de tudo sou Homem e Revolucionário.

Dedicado ao homem mais importante da minha vida, MEU PAI.

quinta-feira, abril 13, 2006

UM SANTO FASHION


Para os católicos deste país chamado Portugal.

Caros devotos, sabemos de antemão que ser político neste pedaço de terra no cú da Europa, não é fácil.
Atendendo a este facto os nossos queridos governantes fundiram-se numa outra faceta que para os seus fiéis seguidores se tornou hábito amá-los até que venham outros.
São José Socrates é o ultimo dos fenómenos cristãos e ultimo grito como santo milagreiro deste Portugal no seu melhor.
Este apóstolo da palavra já fez tanto bem ao povo com o seu discurso, que por agradecimento aos que o seguem introduziu no nosso calendário mais um dia de feriado, A QUINTA-FEIRA SANTA.
É pena é que seja só para alguns...
Neste caso o Vaticano já se manifestou e colocou em causa a veracidade dos actos consumados, visto não ser uma profecia abrangente, e que só dá frutos nas capelinhas e Sés da função pública.
A todos boa Páscoa, com ou sem Quinta-Feira Santa.

AMIGOS


Hoje li uma coisa num blog conhecido, que me fez pensar.

“Os amigos são família que nos é permitido escolher.”
In: www.circo-voador.blogspot.com

Aprendi uma coisa desde muito novo, a respeitar o próximo e a lutar pelos amigos quando têm razão, e quando a não têm, também devemos dizer-lhes na cara. Somos amigos para dar a mão e para nos abraçarmos, mas também o somos quando é preciso dar dois murros na mesa para os colocarmos no caminho certo. Certo?
Por escolha tenho muitos primos direitos, outros tantos afastados e os mais importantes de todos, dois irmãos.

terça-feira, abril 11, 2006

AS FLORES DE HARRISON





“Neste mundo, para mim, existem dois tipos de pessoas.
As que viram e viveram uma guerra de perto, e as que não.”

Este filme de produção francesa retracta a história de um repórter fotografo, Harrison Lloyd, da revista Newsweek que é enviado para cobrir a o inicio da guerra mais sangrenta que deflagrou na Europa após o holocausto da Segunda Guerra Mundial.
Harrison aceita o desafio e passa os últimos momentos antes de partir junto da mulher, dos filhos e do seu hobby favorito, as flores. Afirma ainda que quer parar e que esta seria a sua última missão como jornalista e prometeu à mulher voltar a tempo do aniversário do filho.
É dado como desaparecido no norte da Croácia e passado pouco tempo, como morto.
A sua mulher, Sarah Lloyd recusa-se a aceitar o facto e a curvar-se diante do destino e em Novembro de 1991, levanta voo de Nova Iorque com destino à já denominada ex-Jugoslávia, em busca do paradeiro do marido, após ter visto na televisão um vulto com o casaco do marido.
Pode a paixão de uma mulher resistir à loucura do seu marido?
Como informação anexa-se que, nesta Guerra morreram 48 repórteres fotográficos.

sexta-feira, abril 07, 2006

ANEDOTA DE FIM DE SEMANA

Os mais de 700 mil funcionários públicos vão ter tolerância de ponto na próxima quinta-feira, dia 13 de Abril, por ser véspera de sexta-feira Santa.
Veja-se bem, por ser véspera de sexta-feira Santa, que bom que este dia é à sexta porque se fosse à quarta a expressão seria, por ser véspera de quarta-feira Santa. Esta malta cada vez está pior.

Esta decisão do Governo comunicada através de despacho da Presidência do Concelho de Ministros, vai permitir à Função Pública dispor de umas mini-férias de quatro dias na Páscoa.
Estes rapazes da função pública que há já muito só “trabalham” 35 horas semanais, têm 25 de dias de férias e ainda mais uns quantos patrocinados pelo Governo.

Segundo o Governo, a tolerância de ponto justifica-se «considerando a tradição existente na época da Páscoa.»
A tradição... A tradição... A tradição só conta para os mesmos.
E andam o resto dos camelos a trabalhar para pagar a esta gente toda.
Desculpem-me mas...
Foda-se que é demais.

O POVO É SERENO... e CEGO


Ensaio sobre a cegueira

Dizia-me um primo meu, comunista por sinal, que esta era mais uma governação de mentira, que o país está mal, mas que ainda deveria ficar pior.
O povo é cego. Trinta e um anos volvidos na democracia e continuamos cada vez pior.
Ao deslocar-me hoje para o emprego ouvi, no rádio do carro, o seguinte nas noticias:
- Se os portugueses fossem a votos hoje, dia 7 de Abril de 2006, o P.S. ganharia com 42% dos votos.Fiquei boquiaberto. Então este verme com cara de tótó mentiu ao povo em tanta coisa, uma das quais o aumento dos impostos e o povo ainda lhe dá crédito. Muito mal estamos em relações políticas.
Em Portugal ser-se mentiroso compensa.