Sábado.
O trabalho fascina-me tanto que chego a ficar parado, durante horas, a olhar para ele sem conseguir fazer nada!
Sábado
Morto mas não enterrado, como diz o outro. Trabalho, e trabalho e mais trabalho, dois dias e uma noite sem ir à cama com 1200 Km feitos no segundo dia. Um perigo é certo, mas é a vida.
Desculpas aos meus amigos Muni,James e Mata mas não deu mesmo para conduzir até à outra margem, depois do jantar bateu-me o sono e o cansaço que me deitaram por terra. Seria uma loucura conduzir neste estado. Fica a promessa talvez para hoje. As melhoras Muni.
Hoje apetecia-me um pôr do sol sentado numa escada a ver o mar. Quem sabe talvez sim.

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Porque escrevi no blog do meu amigo Eskimo que há dias bons, há dias maus e também os há completamnete fodidos. Porque há nostalgia no ar, porque amassar o espirito e torturá-lo é mau, para depois sentir o alivio.
Mas sim estou vazio.
20 de Junho de 2007


Num outro blog (o-circo-voador) escrevia-se há uns tempos que Paulo Coelho, o escritor brasileiro com maior renome a nível mundial, e só por mera curiosidade o mais traduzido em todo o universo literário, estava ultrapassado e que já ninguém tem paciência para as suas espiritualidades e seguimento dos sinais da natureza atribuídos a Deus. Sabe-se lá quem é o seu Deus.






Gosto desta côr para escrever.









Já mais do que uma vez escrevi aqui sobre a injustiça que sofremos todos os dias desde que nos levantamos até fecharmos os olhos para descansar e repousar noite dentro esperando que um novo dia se assuma com mais clarificação para os que se sentem mais injustiçados.
Gente que nasceu na pobreza e que não pode ter mais do que lhe foi dado é um facto, mas outros que vieram do outro lado da rua com os mesmos pés descalços, partilhando os mesmos pedaços de pão e de fome, querem pisar quem ainda tem alguma dignidade e respeito fazendo de policias particulares, militarizando os paços que se dão sem que liberdade seja uma coisa com que possamos lidar, ainda que tenhamos de trabalhar... A estes eu chamo de sanguessugas de liberdade, faladores de silencio ocular que espiam o trabalho de cada um para os foder e poder dar mais um passo sabe-se lá para onde pois já estão no topo dos topos. Claro que falo do patronato que nada teve e que agora porque já está cheio quer tratar os outros no punho. A ganância do dinheiro e de mais dinheiro, esquecendo que “os que têm muito, devem muito aos que têm muito pouco”(*...).
Estes são a nova P.I.D.E. camuflada que ainda têm um pouco de salazarismo, que defendiam e davam a vida a gritar à liberdade no tempo da outra senhora e que agora são os imperialistas do novo tempo.
Continuo revolucionário e combater esta gente de merda.
(*) Sérgio Godinho.

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